Eu acompanho o universo do artesanato há anos e me surpreendi ao ver como os vestidos de crochê passaram de item sazonal a protagonista em produções de trabalho, jantares ou fins de semana. A chave desse sucesso está na combinação de pontos que oferecem estrutura sem rigidez e em cortes clássicos que se adaptam a diferentes acessórios.
Planejamento antes da primeira laçada
Quem costura sabe: pensar na peça antes de iniciar evita que o resultado pareça datado. Por isso, escolher fios atemporais e pontos que mantenham o caimento fluido garante que o vestido circule bem entre estações. Acabamentos bem-feitos arrematam o visual profissional.
Modelagens que multiplicam combinações
- Tubinho midi – Em tons sóbrios, transita do blazer do expediente ao maxi colar do happy hour.
- Chemise – Botões frontais e gola lembram a camisa clássica; fechada vira vestido, aberta funciona como colete longo.
- Evasê com ponto leque – Ajustado no busto e solto na saia, favorece todas as silhuetas sem marcar quadril.
- Slip dress de alcinha – Linha reta que permite sobreposições: camiseta branca para vibe 90 e, quimono para produção boho.
- Envelope transpassado – Cintura regulável e decote em V alongam a figura, acompanhando variações do corpo.
Forro, transparência e o poder da transformação
Manter anáguas avulsas em cores variadas faz o mesmo vestido ganhar identidades diferentes:
- Forro nude entrega elegância praiana.
- Forro preto cria contraste urbano.
- Forro vibrante destaca quem busca ousadia.
Em contextos informais, vale sobrepor o vestido a short e top cropped, deixando pontos estratégicos de pele à mostra. Já em ambientes formais, o forro acompanha todo o comprimento, garantindo discrição.
Galeria de gráficos e referências
Ao final, uma seleção de desenhos técnicos detalha cada modelo citado, permitindo a reprodução fiel das peças que se mantêm atuais temporada após temporada.
Imagem: Davy anuel

