Eu acompanho o mercado de acessórios há anos e me chamou atenção ver como as bolsas de crochê deixaram a praia para conquistar as calçadas e shoppings em 2026.
Artesanal e fresca mesmo sob sol forte
As peças da temporada priorizam fibras naturais, que criam pequenos espaços entre os pontos e deixam o ar circular. Esse respiro evita o superaquecimento e afasta a sensação de coceira típica de fios sintéticos expostos ao sol.
Materiais que lideram as vitrines
A escolha do fio faz toda a diferença. Ráfia e Algodão Mercerizado ganharam força porque:
- isolam a radiação solar, mantendo temperatura neutra;
- não acrescentam peso extra à peça;
- são biodegradáveis, preservando a estrutura por mais tempo.
Modelos que estão por toda parte
- Shopper de pontos vazados – uso diário, ar circula livremente e protege eletrônicos do calor interno.
- Totem Estruturada – base fechada, topo aberto e visual elegante para escritórios.
- Clutch de ráfia colorida – leve, não desbota mesmo em eventos ao ar livre.
- Bolsa de rede (net bag) – leveza absoluta, favorita em passeios no parque.
Como reconhecer uma bolsa que não esquenta
- Toque do fio: seco e firme, nunca elástico ou brilhante.
- Peso da peça: surpreendentemente leve antes de receber objetos.
- Acabamento interno: forro de linho ou tricoline melhora a ventilação.
Cuidados para manter formato e cor
Guarde a bolsa deitada ou preenchida com papel seda para evitar deformações. Limpe somente com pano úmido e sabão neutro nas áreas necessárias. Se for de algodão, seque sempre à sombra para preservar as cores vibrantes.
Inspiração direto do ateliê
No vídeo mais recente, o artesão Marcelo Nunes Crochê mostra cada etapa da confecção de uma bolsa nativa, do primeiro ponto ao forro final, reforçando a importância dos fios naturais para conforto térmico e durabilidade.
Fim.
Imagem: Davy anuel

