Eu acompanho de perto as novidades em décor e me surpreendi quando vi a força que uma simples peseira de crochê ganhou nos projetos de quarto mais recentes.
Imagem ilustrativa: peseira de crochê rosa grosso sobre a cama, acompanhada de almofadas também de crochê. Arte gerada por IA com licença paga para uso exclusivo do site Katia Ribeiro. Todos os direitos de utilização reservados.
Camadas que elevam o bem-estar
O quarto deixou de ser só dormitório. Designers apontam que a sobreposição de tecidos cria uma atmosfera de spa caseiro. Nesse contexto, a peseira manual passa de detalhe estético a peça que sela a composição da cama.
Luxo silencioso em cada ponto
Ao contrário das mantas produzidas em escala, o crochê feito à mão entrega exclusividade. Colocada no terço inferior do colchão, a peça equilibra a leveza dos lençóis com a riqueza da trama e convida ao descanso.
Matéria-prima que faz diferença
• Algodão egípcio garante peso e caimento
• Misturas com seda acrescentam brilho sutil
• Pontos em relevo criam profundidade visual
Cromia neutra para atravessar estações
Tons de areia, cinza charcoal ou off-white deixam a textura falar mais alto. A cartela suave permite trocar lençóis e mantas ao longo do ano sem perder harmonia.
Proporção e diálogo com almofadas
Especialistas recomendam que a peseira cubra apenas a parte inferior da cama. Almofadas no mesmo fio ou cor reforçam a ideia de suíte de hotel boutique e mantêm a unidade estética.
Experiência tátil e sensorial
Além do impacto visual, a trama grossa massageia levemente ao toque. A escolha reforça que cada detalhe foi pensado para conforto térmico e sensação de acolhimento.
Cuidados que prolongam a vida da peça
- Lavar à mão com sabão próprio para fibras naturais.
- Evitar acessórios que possam puxar fios.
- Secar à sombra e na horizontal para não distorcer os pontos.
Esse protocolo preserva o desenho original e transforma a peseira em possível herança familiar.
Imagem: Gabrielle

