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quarta-feira, fevereiro 11, 2026
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Nanoqueratinização em aerosol viraliza ao recuperar fios destruídos na 1ª sessão

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Eu acompanho tendências de cuidados capilares há anos e me surpreendi quando hairstylists passaram a recomendar um spray capaz de devolver força a cabelos quase sem vida: a nanoqueratinização em aerosol.

Como a nanoqueratinização age dentro do fio

O procedimento libera queratina em partículas microscópicas. Tão pequenas, elas atravessam as cutículas abertas e alcançam as zonas mais fragilizadas do córtex. Diferente das reconstruções convencionais, que criam apenas um “escudo” externo, essa tecnologia repõe massa de dentro para fora.

Resultados observados em salão

  • Reposição imediata de proteína
  • Redução acentuada da quebra
  • Brilho intenso e toque sedoso
  • Fios mais resistentes já na primeira aplicação

Quando o tratamento é indicado

Descoloração, alisamentos sucessivos e uso diário de prancha costumam esgotar a queratina natural. Especialistas sugerem o spray para casos de:

  • Quebra constante
  • Elasticidade excessiva (cabelo “emborrachado”)
  • Corte químico
  • Crescimento estagnado por fragilidade

Vantagem do formato aerosol

A névoa ultrafina garante cobertura uniforme, melhor absorção e evita o excesso de proteína – erro que costuma deixar o fio rígido. Resultado: aplicação rápida, sem desperdício e com menos risco de sobrecarregar o cabelo.

Aplicação passo a passo

  1. Lavar com shampoo antirresíduos para abrir cutículas.
  2. Secar cerca de 80%, mantendo leve umidade.
  3. Pulverizar mecha a mecha, mantendo distância que forme névoa homogênea.
  4. Aguardar alguns minutos para penetração dos ativos.
  5. Escovar e pranchar; o calor sela os nutrientes.

Peso ou rigidez? Como evitar

Profissionais alertam: reconstrução deve ser alternada com hidratação. Assim, proteína e água ficam em equilíbrio, mantendo força sem perder maciez.

Duração média dos efeitos

A resistência extra costuma permanecer por 20 a 30 dias. Shampoos suaves e máscaras nutritivas prolongam o resultado.

Diferença em relação à reconstrução tradicional

Reconstruções clássicas agem na superfície. Já a nanoqueratinização usa tecnologia de partículas para atingir camadas internas, oferecendo reparação mais profunda e rápida — motivo pelo qual vem sendo chamada de “evolução” dos tratamentos reconstrutores.

Vale o investimento?

Para fios em estado crítico, o consenso entre coloristas é claro: quanto antes a proteína perdida for reposta, menores as chances de quebra progressiva. A técnica tornou-se, portanto, uma das mais procuradas por quem precisa de recuperação expressa e duradoura.

Neide Souza

Escrito por

Neide Souza