Eu acompanho de perto as novidades em decoração e fiquei surpresa ao ver como os centros de mesa em crochê voltaram a dominar salas, cozinhas e até halls de entrada.
Há um apelo sensorial por trás desse sucesso. As peças unem a geometria das mandalas à calma do trabalho manual, criando um ponto focal que acolhe quem chega. Cada centímetro carrega horas de dedicação, algo que se percebe logo no primeiro olhar.
Alívio visual para linhas retas
Em ambientes repletos de móveis de ângulos marcados, o crochê suaviza a composição. Decoradores recorrem às peças para injetar cor e textura sem reformas caras. Basta trocar o centro de mesa para que a atmosfera acompanhe o humor ou a estação.
Mais que tampo de jantar
Apesar do nome, esses centros circulam pela casa inteira sempre que exista contraste entre fio e superfície:
- Mesas laterais – versões menores servem de base a abajures ou vasos, protegendo a madeira.
- Bancadas de cozinha – caminhos curtos organizam potes e utensílios com charme extra.
- Aparadores de entrada – garantem o primeiro impacto visual e acomodam chaves ou aromatizadores.
Escolha do fio muda a personalidade
• Algodão mercerizado oferece caimento leve e brilho, destacando cada ponto.
• Barbante cru ou fio de juta criam aspecto rústico, ideal para decorações com pegada fazenda ou industrial.
Acabamento impecável é regra
A tensão do ponto precisa ser homogênea. Peças que ondulam ou formam “barriga” transmitem desleixo. O ideal é que o trabalho repouse plano, como uma pintura têxtil sobre a mesa.
Galeria para inspirar
Modelos que vão do clássico branco a laranjas vibrantes comprovam a versatilidade dos centros de mesa em crochê. A variedade de gráficos permite adaptar tamanho, cor e estilo ao ambiente desejado.
Quem busca renovar sem grandes investimentos encontra nessas peças um caminho acessível, terapêutico e — agora — absolutamente em alta.
Imagem: Davy anuel

