Eu acompanho de perto o universo da decoração artesanal e me surpreendi ao ver como os centros de mesa em crochê passaram de detalhe discreto a elemento que dita o clima de salas de jantar e estar.
Peças pensadas para ser o centro das atenções
Nada de toalhas que cobrem toda a superfície. O novo foco está em peças menores, com pontos bem marcados, criadas para funcionar como o ponto alto da composição. O contraste entre o crochê e materiais como vidro, madeira rústica ou mármore eleva instantaneamente a percepção de sofisticação.
Um atalho para aquecer ambientes frios
Decoradores e entusiastas do handmade apontam os centros de mesa como solução rápida para:
- Trazer textura onde tudo parece impessoal;
- Adicionar cor sem reformar paredes ou trocar móveis;
- Inserir história e afeto em espaços dominados por itens industrializados.
Cores que equilibram ou iluminam
• Sala já colorida: escolha tons neutros – off-white, bege, cinza ou terrosos suaves – para garantir equilíbrio.
• Sala neutra: use o crochê como ponto de luz. Mostarda, verde musgo, azul-marinho ou marsala criam profundidade.
Dica prática: observe o círculo cromático. Análogos acalmam; complementares energizam.
Fios que suportam o dia a dia
• Algodão mercerizado 100 %: brilho sutil, não forma bolinhas e mantém a peça com aparência de nova.
• Barbante grosso (fio 6 ou 8): estrutura firme, ideal para quem busca visual rústico e superfície sem ondulações.
• Fio náutico: impermeável e fácil de limpar, perfeito para casas com crianças ou áreas externas.
Do clássico ao geométrico: veja possibilidades
Uma curadoria de imagens reúne modelos vitorianos, contemporâneos e geométricos, além de gráficos detalhados para quem deseja iniciar já o próximo projeto. Observe como cada desenho dialoga com a mobília e escolha a versão que melhor expressa sua personalidade.
Imagem: Davy anuel

