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sábado, agosto 30, 2025
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Lifting facial: o “efeito Kris Jenner” explicado (e tudo que você precisa saber antes de cair nessa tentação)

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Amiga, segura esse café porque a fofoca de hoje é pura polêmica — e um tantinho cara. Você reparou que, de uma hora para outra, metade do Instagram apareceu com o rosto mais lisinho que filtro do Pixar? Pois bem: o nome disso é lifting facial, o mesmo truque cirúrgico da dona Kris Jenner, que abriu o jogo e acendeu um holofote nada discreto sobre a nossa eterna busca pela juventude. Mas será que essa “mágica” combina com a gente ou é só mais um trend caríssimo (e dolorido) que vai e volta? Vem que eu te conto tudo!

O que, afinal, é o lifting facial (e por que ele voltou ao hype)?

Sabe quando a gravidade resolve testar a paciência e puxa bochecha, papada e tudo o que tem direito? O lifting facial dá uma bela “redenhada” nisso: tira excesso de pele, reposiciona músculo, devolve contorno. Bem cirurgia mesmo, não é tratamento de spa. O motivo de ter voltado aos feeds é simples: celebridade falando abertamente + médico estrelado + resultado “acordei com 20 anos a menos”. A conta fecha rapidinho, né?

Custos, riscos e expectativas — vale o investimento?

Prepare o cartão (e o psicológico). Lá fora, a brincadeira pode passar fácil dos 45 mil dólares e, mesmo no Brasil, raramente sai por menos de uns bons milhares de reais. Não é só a taxa do cirurgião: tem anestesia, hospital, drenagem, enfermeira, Netflix maratonada na cama… E, claro, riscos reais: infecção, cicatriz que não quer disfarçar, dormência e até lesão nervosa se o profissional não for top. O resultado? Geralmente dura uns 10 anos, mas quem garante que você não vai querer “retocar” antes? Portanto, pesquisa e pé no chão!

Autoestima versus pressão estética: como encontrar o meio-termo?

Eu sei, a gente quer se amar no espelho e também ouvir “nossa, você não envelhece!”. Só que a linha entre self-care e autoexigência doentia é fininha que só. Minha dica de coração: faz sentido pra você, cabe no seu bolso, não coloca sua saúde em risco e não vem de uma comparação constante com filtros e famosas? Então, talvez seja o seu caminho. Se a resposta for “tô fazendo porque todo mundo faz”, respira e repensa. O rosto é seu, a idade também — e envelhecer bem pode ser o maior ato fashion de todos.

Tirando as Dúvidas: FAQ

Lifting facial dói? Como é o pós-operatório?

Dói menos do que parece, mas desconforto rola, sim. Nos primeiros 10 – 15 dias o inchaço domina (prepare o combo Netflix + compressa geladinha). Analgésico ajuda e, em duas semanas, muita gente já volta a tarefas leves.

Tenho 35 anos, já posso fazer?

Poder, até pode, mas a maioria dos cirurgiões sugere esperar sinais mais marcantes de flacidez. Se o incômodo é discreto, talvez um laser, ultrassom ou fios de sustentação resolvam por enquanto.

Fios de sustentação substituem o lifting tradicional?

São ótimos para levantar levemente e estimular colágeno, mas duram menos (1 – 2 anos) e não tratam flacidez avançada. Pense neles como “test-drive”; o lifting é a compra do carro zero quilômetro.

E aí, pronta para decidir com consciência? Seja para marcar consulta ou para abraçar cada linha do sorriso, escolha sempre o que faz sentido pro seu reflexo (e não só pro feed!).

Curtiu o papo? Então corre para o post “Pequenas plásticas, grandes resultados: mini procedures que salvam a rotina” e continua essa conversa comigo lá nos comentários. Te espero!

 

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