Eu acompanho de perto o mercado de artesanato e me impressionou a velocidade com que os porta-moedas de crochê passaram de lembrancinha discreta a item “must have” em feiras e redes sociais.
Peças pequenas, produção rápida e preço acessível explicam o fenômeno. Mas o sucesso só se sustenta quando a mini carteira resiste ao uso intenso dentro da bolsa.
Fio certo é meio caminho andado
Quem produz sabe: lã ou acrílico podem formar bolinhas após pouco tempo de atrito. Para evitar que o porta-moedas fique flácido ou encarde, artesãs experientes apostam em:
- Algodão 100 % mercerizado – brilho, cor viva e limpeza fácil;
- Polipropileno fino (fio náutico) – impermeável, firmeza elevada e estrutura dispensando forro.
Formatos que despertam desejo imediato
Sair do quadrado básico multiplica as vendas por impulso e incentiva colecionadores. Cinco estilos ganharam destaque neste ano:
- Fatias de frutas tropicais – semicírculos de melancia, laranja, limão ou kiwi, vibrantes e econômicos em fio.
- Carinhas de animais – ursos, gatos e porquinhos com ponto baixo circular, orelhas aplicadas e focinho bordado.
- Mini mochilas ou bolsinhas – réplicas de modelos famosos, fechadas por cordão e ideais como chaveiro-moedeiro.
- Vintage com fecho da vovó – estrutura metálica “kiss clasp” que acrescenta charme retrô e agrada gerações mais velhas.
- Corações e formas geométricas – moldados em coração ou estrela, perfeitos para datas comemorativas.
Detalhes que valorizam a peça
• Ponto firme mantém a forma.
• Trama fechada impede moedas de escaparem.
• Cores contrastantes realçam o desenho e atraem atenção no feed.
Inspiração pronta para usar
A combinação de material resistente e design criativo resultou em uma galeria variada, de bichinhos divertidos a clássicos elegantes. A observação dos acabamentos – fechos, costura invisível e escolha de paleta – ajuda a transformar o próximo lote em sucesso de venda ou presente inesquecível.

Escrito por Neide Souza

