A influenciadora Virgínia Fonseca chamou atenção nas redes sociais ao recriar um dos figurinos mais marcantes da história do Carnaval brasileiro: a fantasia de onça-preta usada por Luma de Oliveira no desfile da Grande Rio em 1998. O ensaio foi realizado na mansão de Vini Jr., na Barra da Tijuca, e faz parte de um projeto especial que homenageia looks icônicos da folia.
Além da semelhança visual com o figurino original, um detalhe moderno e simbólico roubou a cena: a coleira usada por Virgínia trazia o nome “Vini Jr.”, numa releitura do acessório que ficou famoso quando Luma desfilou com o nome do então marido, Eike Batista.
Ensaio especial reuniu nostalgia e estética atual
O projeto propõe revisitar fantasias históricas do Carnaval brasileiro com uma nova leitura estética. No ensaio, Virgínia aparece com body preto cravejado de pedrarias, luvas longas, botas e a icônica tiara com orelhas de onça, remetendo diretamente ao visual que marcou época nos anos 90.
A produção adaptou o figurino para o estilo atual da influenciadora, valorizando a silhueta e incorporando maquiagem mais sofisticada, iluminação de estúdio e uma abordagem mais fashionista do que carnavalesca.
O resultado foi um look que mistura memória afetiva do Carnaval com linguagem visual contemporânea, algo que vem se tornando tendência entre celebridades e criadores de conteúdo.

O significado da coleira com nome de Vini Jr.
Na versão original de 1998, Luma de Oliveira desfilou com uma coleira escrita “Eike”, o que na época gerou debates e críticas, com interpretações que iam desde submissão até uma homenagem ao marido.
Questionada sobre o simbolismo do acessório, Virgínia explicou que sua intenção foi positiva e pessoal. Segundo ela, o gesto representa admiração e parceria, e não submissão.
Ela declarou que, naquele contexto, Luma estava exaltando o marido em um momento em que também era exaltada como rainha de bateria. Para Virgínia, o gesto simboliza união, crescimento conjunto e companheirismo.
A fala gerou repercussão nas redes, dividindo opiniões entre quem viu romantização do gesto e quem enxergou apenas uma homenagem estilística.
Carnaval, celebridades e a ressignificação de símbolos
O ensaio também mostra como o Carnaval segue sendo um espaço de releituras e debates culturais. Fantasias que marcaram época ganham novos sentidos quando reinterpretadas por figuras públicas atuais, principalmente quando envolvem relacionamentos, poder feminino e imagem pública.
Virgínia, que atualmente ocupa o posto de rainha de bateria da Grande Rio, reforça com esse projeto sua ligação com a história da escola e com os símbolos que ajudaram a construir sua identidade no Carnaval.
Ao escolher justamente o figurino da onça-preta, a influenciadora se conecta a um dos momentos mais lembrados da avenida e mostra como o Carnaval continua sendo palco de narrativas que atravessam gerações.
Repercussão nas redes sociais
As imagens do ensaio rapidamente se espalharam por perfis de entretenimento e moda, acumulando milhares de curtidas, comentários e compartilhamentos. Internautas compararam o visual de Virgínia com o de Luma, elogiaram a produção e também debateram o significado da coleira.
Enquanto alguns destacaram a beleza do figurino e a fidelidade ao look original, outros reacenderam a discussão sobre o simbolismo do acessório e seu impacto nos dias atuais.
O episódio mostra como referências do passado ainda despertam emoções e debates no presente, especialmente quando misturam Carnaval, celebridades e relacionamento amoroso.
Um look que une passado e presente
Ao recriar a fantasia de Luma de Oliveira, Virgínia não apenas prestou homenagem a um dos figurinos mais icônicos da Sapucaí, como também adaptou o visual ao seu momento pessoal e à estética das redes sociais.
A escolha de usar o nome de Vini Jr. no acessório trouxe nova camada de significado ao figurino e transformou o ensaio em um dos assuntos mais comentados do Carnaval fora da avenida.
Mais do que uma fantasia, o look virou conversa, memória e espetáculo visual exatamente o que o Carnaval sempre foi.

